Puigdemont Não Será Investido”

O Conselho de Estado foi aprovado imediatamente sim e, por unanimidade, a estratégia do Governo de Mariano Rajoy para apagar a investidura a distância de Carles Puigdemont como presidente da Generalitat. O pleno do Constitucional reúne-se amanhã e até terça-feira, pelo o que o Executivo central pode exibir manhã deste recurso.

Fontes do TC têm informado que a quarta-feira será o dia mais viável para que o método seja admitido a formalidade e a lei fique automaticamente suspensa. “A probabilidade de que o Parlamento possa investir Puigdemont é zero. Puigdemont não será investido”, destacou Milo, em conferência de imprensa pela Delegação do Governo.

A interposição do método terá as tuas consequências políticas, já que o sábado, Carles Puigdemont reuniu teu grupo parlamentar, em Berlim, e se tomou a decisão de que o expresident volte a tentar a tua investidura. Se o tribunal Constitucional admite sondar o recurso e aceita a suspensão da reforma da lei de Presidència, o presidente do Parlamento, Roger Torrent, não poderá convocar o pleno de investidura do expresident sem desobedecer ao grande tribunal.

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O atentado à AMIA lhe custou a existência argentinos de religião judaica e argentinos argentinos que estavam no recinto. A por isso presidente deu ordens ao Congresso aprovar o memorando. 21 de fevereiro de 2013, o Senado aprovou o memorando por trinta e nove votos em prol e 31 contra. O vinte e sete de fevereiro de 2013, depois de catorze horas de conversa, a Câmara dos Deputados aprovado por 131 votos a favor e 113 contra.

portanto, o memorando foi convertido em lei nacional. Nesse mesmo dia, houve uma marcha de protesto em frente ao Congresso. O único deputado nacional, oficialista, da Frente para a Vitória, que votou contra, foi Jorge Yoma, ponderou diante a Justiça que houve uma ordem direta do deste modo presidente de votar em prol do memorando.

Só contávamos com a ordem do Poder Executivo e o texto do memorando. Nesses tempos era uma prática muito comum do bloco oficialista votar livro fechado as instruções do Poder Executivo. Em 19 de maio de 2013, o presidente Mahmud Ahmadinejad assinou o memorando, entretanto não o enviou ao Congresso de teu estado. Em 29 de setembro de 2013 o Irã falou que a confirmação, por parcela do nação de aprovação do memorando de entendimento, não implicava a entrada em atividade do acordo. A presidente argentina teve que lembrá-la ao presidente do Irã que tinha que executar com o tratado.

Um ano após a assinatura, o chanceler Héctor Timerman reconheceu que o Irã não fez nada por avançar com o acordo e duvidou de que os que criticam o Memorando pela Argentina querem que se faça justiça. Em fevereiro de 2014, a AMIA e a DAIA pediram à presidente Cristina Fernández de Kirchner, a revogação do acordo. Mas o Memorando fracassou não por obra do governo argentino, entretanto na falta de interesse do governo iraniano em realizar o acordo.

Em abril de 2014, a Argentina ainda não tinha tido cada resposta do Irã para conceder curso à Comissão da Verdade, que estava prevista no memorando e era a quota mais essencial do tratado. O tratado nunca recebeu tratamento parlamentar. O presidente da AMIA, Guillermo Borger, afirmou que o memorando era “inconstitucional e fora de tema”.