Por Que Os Homens Deixaram De Usar Saias, Sapatos Altos E Perucas

Os saltos foram um símbolo de status pros homens antes que os levaram as mulheres. Isso explica a historiadora Maude Bass-Krueger em um postagem publicado no Google Arts & Culture em que revê a história desse acessório e que foi lido e compartilhado esses dias.

Também, não é a única peça de roupa que levavam homens e que nesta ocasião é considerada própria da moda feminina: no decorrer da história, bem como levaram saias e maquiagem. Por que deixaram de fazê-lo? Em seu texto, Bass-Krueger, lembre-se que os primeiros a transportar saltos foram os cavaleiros persas no século X, pra manter as botas para os estribos com mais facilidade.

No século XVII, a moda dos saltos veio dos aristocratas europeus, onde ficou um símbolo de virilidade e poder militar. A autora se detém em Luís XIV: “No decorrer do seu reinado, quanto mais altos e mais vermelhos eram os saltos, o mais poderoso era o que os levava”.

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O rei só permitia salto alto de cor as pessoas mais próximas. No século XVIII, os saltos chegam ao calçado feminino e acabam excedendo em altura masculino. Com a Revolução Francesa, desaparece o salto pra homens, em razão de se associava à aristocracia. Mas não do todo, como ainda se vê em alguns modelos de botas. As saias levam anos aparecendo nos desfiles de moda masculina.

“Mas não é só na passarela -aponta pra Verne Elvira González, do Museu do Traje de Madrid-, depende da tradição, a cultura e os costumes de cada local”. Também eram comuns em algumas épocas: egípcios, gregos, romanos e astecas usavam túnicas, vestes e saias, por serem fáceis de fabricar e de transportar. As calças são usadas principalmente pra desenvolver a cavalo. Pelo século XIV, agora começa a haver “uma diferença na confecção de peças de vestuário pra um ou outro sexo”, como escreve Giorgio Riello na Breve história da moda. A superior diversificação bem como faz com que a moda se transforma “em um aparelho de rivalidade social” dentro de “uma sociedade fortemente hierarquizada”.

No decorrer dos séculos XVII e XVIII e, essencialmente, no decorrer do Rococó francês, a indumentária é essencialmente colorida e decorada. Para ambos os sexos, no entanto essencialmente pra classes acomodadas. E não menciona o make-up: como a saia, recentemente entraram no mercado linhas de maquiagem pra homens, entretanto durante a história, encontramos exemplos de sua utilização por divisão de homens e mulheres. Ao longo do Rococó bem como levou o rosa, como se pode observar nestes retratos de Luís XVI. Não era uma exceção: o rosa associava-se ao vermelho, a cor do sangue e do vigor, durante o tempo que que o azul parecia mais sutil e gentil.

Como de imediato comentou na Verne, até a Primeira Guerra Mundial, a cor mais comum pros rapazes era o branco, os tons pastel de rosa e azul. E depois, e até meados do século, o mais comum para as meninas era, pontualmente, o rosa. Claro, isto não isto é que as sociedades em que os homens levavam saia ou saltos fossem mais igualitárias.

“Para nada”, sublinha Antelo, que está retornando ao modelo do Rococó: “A indumentária masculina a toda a hora foi sublinhado o teu papel social, durante o tempo que que a mulher é a todo o momento restrito, mesmo pela roupa”. No caso desta época, Antelo compare os enormes vestidos e espartilhos que dificulta a mobilidade das mulheres a uma “prisão”.

o que É mais, o emprego de rendas, sedas, calçado com salto grande, maquiagem e outros por cota dos homens não era a adoção de um traço feminino, todavia o desejo de deixar claro o teu status. Todas estas peças de vestuário estavam associadas à masculinidade e ao poder. E é que, como aponta Antelo, a moda reflete a comunidade.